quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Osso de siba(ou ciba)

Mito de Passarinheiro: O osso de Ciba (ou siba)
Muito utilizado por criadores de passarinhos, o "osso de Ciba" ou "osso de Siba", é amplamente conhecido como OSSO DE BALEIA!!!
Na verdade, o causador de tanta controvérsia nada mais é do que uma "concha interna" de um molusco conhecido como "Sépia", um animal que é bastante parecido com uma Lula.
Rico em cálcio, o "osso de Siba" é usado como um complemento na dieta de alguns passarinhos, auxiliando ainda na afiação do bico. Se algum "osso" destes um dia foi encontrado em uma baleia, pode ter dado origem ao mito, mas provavelmente era de uma Sépia que teve o azar de ser engolida.
O material é muito leve, poroso e quebradiço, esfarela-se nas mãos com muita facilidade. Frágil demais para um animal do porte de uma BALEIA!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Receitas de Farinhadas
FARINHADA "A"
500 gr. farinha de rosca
200 gr. farinha de milho branco
120 gr. Aveia em pó
100 gr. Neston
050 gr. Gerval em pó
001 gr. de Sal
FARINHADA "B"
500 gr, de germe de trigo
500 gr. Farelo de trigo
200 gr. Aveia em pó
200 gr, Fubá (branco)
002 Colheres de sopa de mel
002 gr, de sal
FARINHADA "C"
500 gr. Biscoitos CremCrack
400 gr. Aveia instantanea Quaker
1000 gr Fubá granja granfino
500 gr. Neston 400 gr. Gerval em pó (baunilha)
1000 gr. Farinha Lactea Nestlé
100 gr. Farinha Centeio
100 gr. Farinha trigo integral
1 vidro de "cálcio" "D Rodoxor"
4 gr. sal
FARINHADA "D"
500 gr. Farinha de rosca
100 gr. Farinha de milho branco
100 gr. Farinha de trigo
150 gr de colza
100 gr. Níger
FARINHADA "E"
500 gr. Farinha de rosca
100 gr. Farinha de aveia
2(duas) colheres de sopa de germedetrigotorrado
2(duas) colheres de sopa de neston ou farinha láctea
1 (uma) colher de chá de erva doce
Farinhada para os filhotes
A base de qualquer farinhada caseira é o ovo cozido, a ele podem ser acrescentados inúmeros alimentos. O uso da farinhada é importantíssimo em todas as épocas do ano, principalmente na época de reprodução.
terça-feira, 31 de agosto de 2010

ALIMENTAÇÃO
- para alimentar o canário-belga não há muito segredo. Ovo cozido, couve, almeirão, alpiste e também ração balanceada podem ser oferecidos na primeira fase da vida. Ração especial para os filhotes pode ser encontrada no varejo. Abasteça os comedouros para que os pais mastiguem e, em seguida, regurgitem essa pasta na garganta dos passarinhos.
Canário belga
| Existem mais de 400 cores de canários reconhecidas no mundo. Mas é a amarela, da linhagem belga, a mais popular por aqui. A busca por novas e diferentes tonalidades e combinações é um dos principais objetivos de boa parte dos criadores, que também se interessam pela definição do porte do pássaro. Apresentação em exposições e melhoramento genético da raça são outras finalidades da criação comercial do canário, que ainda desperta a atenção pelo seu belo canto. A origem do canário-belga é, obviamente, a Bélgica. No entanto, apenas a linhagem a que ele pertence é que veio de lá, pois os antepassados dos exemplares dessa e de outras variedades têm raízes nas ilhas Canárias, um arquipélago do Atlântico junto ao continente africano. Os canários-do-reino, por exemplo, são da mesma espécie do belga, mas ganharam essa denominação por que as aves costumavam chegar ao Brasil vindas do 'reino' de Portugal. Já o canário-da-terra, sim, faz parte de uma outra espécie, nativa do Brasil. Pertencente à família dos Fringilídeos, o canário-belga mede entre 14 e 15 centímetros da ponta do bico à extremidade da cauda. A cabeça é pequena e estreita, as pernas longas, o peito arredondado e cheio. A plumagem é compacta e lisa, sem frisos. Como é um animal de origem estrangeira, a criação não precisa de autorização do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis. O canário não dá trabalho. Exige pouco espaço, e sua criação pode ser mantida na cidade ou em áreas rurais, servindo até como terapia para algumas pessoas. Entretanto, como é pequeno e frágil, demanda cuidados no manejo. Quando em grupo, os pássaros podem ser acomodados em viveiros; casais podem ficar em gaiolas separadas. As gaiolas mais recomendadas são as de arame galvanizado, que podem ser encontradas facilmente no varejo. Apesar de vulneráveis a doenças respiratórias, os canários logo se curam se prontamente tratados com medicamentos vendidos em lojas especializadas. Mas é preciso separar o pássaro doente, no caso de enfermidades mais prolongadas. É recomendável manter limpo o local de criação e fora do alcance do sol e do vento. Para evitar acúmulo de sujeira e falta de ventilação, mantenha a posição da gaiola a dois centímetros da parede. |
domingo, 29 de agosto de 2010
Tico Tico

Tico Tico
Reprodução Tico-tico
(Zonotrichia capensis)
Família Fringillidae
Caracterização
Mede 15 cm. Tem um pequeno topete com desenho estriado na cabeça, um colar ferrugíneo e garganta branca. É um dos pássaros mais populares e estimados no Brasil este-meridional.
Habitat
Habita paisagens abertas, campos de cultura, fazendas, jardins, até em pátios e coberturas ajardinados.
Distribuição
É abundante em clima temperado, como nas montanhas do Sudeste, até nos seus cumes mais altos, expostos a ventos fortes e frios; o habitat apropriado do tico-tico aumenta constantemente pelo desmatamento e drenagem, o pássaro torna-se facilmente sinantropo; penetra até nas cidades quando há ajardinamento suficiente. Ocorre do México, América Central, maior parte da América do Sul até a Terra do Fogo, com muitas lacunas. Está em todos lugares do Brasil, menos nas densas e úmidas áreas florestais, especialmente na Amazônia.
Hábitos
Entre os traços interessantes do seu comportamento figura a técnica de esgravatar alimento no solo por meio de pequenos pulos. Para removerem a camada superficial de folhas ou terra solta que recubra o alimento (sementes, artrópodes etc): perscrutando o terreno à sua frente pulam até 4 vezes consecutivas verticalmente sem alterar a posição das pernas e esgravatando o chão com ambos os pés sincronizadamente jogando para trás o material impeditivo. A tendência de executar tal movimento pelo tico-tico é tão forte que mesmo quando come algo sobre uma lage de cimento limpo ou num quintal pula da mesma forma.
Alimentação
É granívora, uma especialização considerada como uma evolução recente. Nota-se, ao mesmo tempo, uma sensibilidade reduzida em relação à sensação de amargo (nos padrões humanos), adaptação vantajosa para o consumo de sementes que são, muitas vezes, extremamente amargas.
Reprodução
Durante a reprodução vivem estritamente aos casais sendo extremamente fiéis a um território, que o macho defende energicamente contra a aproximação de outros machos de sua espécie. Tornam-se assim fáceis vítimas de caçadores.
O ninho é uma tigela aberta e rala, feito de capim seco e raízes. A fêmea bota de dois a cinco ovos, que são de campo esverdeado com uma coroa de salpicos avermelhados no pólo obtuso.
Os tico-tico jovens estabelecem territórios entre o 5º e o 11º mês de vida.
Sofrem pesadas perdas de sua própria prole, pois o Chopim é uma ave parasita que retira os ovos do ninho do tico-tico e põe os seus. A pressão exercida chega a ser tão grande que, em certos locais, o tico-tico é eliminado.
Manifestações sonoras
Canto noturno e canto de susto: ao cair a noite emite um canto diferente, forte, caracterizado por prolongamento e acentuação das últimas notas, como: "hü, djü, djü ziü-ziü-ziü". O canto noturno causa impressão tão diferente do canto diurno que o leigo no assunto pode tomá-lo por vocalizaçõa de outra espécie de pássaro. O canto noturno ocorre de dia em situação de extremo susto, sendo produzido uma vez só, com todo o vigor.
Cigarra/bigodinho

Período Migratório: setembro a fevereiro Locais de observação: Brejos, Campo, Mata ciliar rio Cuiabá, Rios, corixos e baías. Você encontra essas informações na página 233 do Guia das Aves Migratório, mas ao contrário das outras espécies desse gênero, vem do norte do continente para reproduzir-se no Pantanal. Chega no decorrer do mês de setembro e desaparece a partir de janeiro, provavelmente retornando para a Venezuela e Guianas. A RPPN está no limite setentrional de sua área de nidificação conhecida, mas os detalhes dos movimentos migratórios ainda necessitam de maiores pesquisas. O macho é inconfundível, pelas áreas brancas na cabeça, responsáveis pelos nomes comuns. O contraste do negro do restante da plumagem das partes superiores é marcante. As partes inferiores são levemente cinza claro e, sob sol forte, podem parecer brancas. Bico característico, pequeno e todo negro. Junto com a longa cauda, corpo delgado e cabeça pouco volumosa, forma uma silhueta mais delicada do que a maioria das outras espécies do gênero (na foto é possível comparar com o macho juvenil de coleirinho logo abaixo). Essas características são fundamentais para ajudar na identificação da fêmea, especialmente porque costuma misturar-se aos outros coleiros nos bandos dessas aves granívoras. Como ela também é toda parda, um pouco mais clara nas partes inferiores, essa característica morfológica ajuda a caracterizá-la. Também o bico relativamente pequeno e com tom amarelado, principalmente na parte inferior. Encontrado nas áreas campestres e margens do rio Cuiabá, pode ser observado em qualquer ambiente aberto da RPPN durante o período migratório. Machos cantando, demarcando território, foram observados na região do rio Cuiabá. É possível encontrá-lo cantando nas árvores dos jardins do hotel em Porto Cercado a partir de meados de outubro. É um gorjear rápido, acelerando-se no final e continuamente repetido. Como nas demais espécies do grupo, o macho demarca o território, cabendo à fêmea toda a tarefa reprodutiva.