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sábado, 4 de setembro de 2010

O Calafate


Calafate


Nome científico: Padda (Lonchura) oryzivora significa "comedor de arroz".

Nome popular: Pardal de Java, Pada. ou Calafate que vem dos calfat, como eram chamados os marinheiros encarregados de vedar as juntas das embarcações, na função de calafetar o navio, normalmente com estopa para impedir a passagem de ar ou água. À sua semelhança, o Calafate constrói o ninho como se fosse uma bola oca e o fecha bem, de forma que reste apenas uma pequena abertura de entrada para a luz não se infiltrar.O calafate é um pássaro granívoro, por isso deve ser alimentado com uma mistura de sementes, 30% alpiste, 70% de painço, mistura esta que deve ser soprada e reposta todos os dias, verduras como almeirão, espinafre, ou chicória devem ser fornecidas pelo menos uma vez por semana, farinhada é essencial para a boa saúde do pássaro e deve ser servida e trocada todos os dias, especialmente na época de reprodução e muda de penas, também devemos servir osso de siba, ou casca de ovos de galinha torrada por 20 a 30 minutos e triturada, os dois produtos são fontes de cálcio essenciais para os pássaros principalmente na época da postura, quando e especial as fêmeas precisam de reposição de cálcio. Para completar, uma tigela de areia de rio lavada, deve ser deixada a disposição dos pássaros, a areia é um elemento muito importante para a saúde dos pássaros. É ótimo para a higiene e para mantê-los em boas condições de saúde, pois contém minerais, cálcio e auxilia na digestão das aves.

Origem: Ilhas Indonésias como Java, Sumatra e Bornéo.

MUTAÇÕES:

Branca - Tem os olhos pretos.

Albina - Branca com os olhos vermelhos.

Canela - Cabeça marrom escura e corpo marrom claro.

Isabelina - Cor marrom mais clara que no Canela.

Canela diluído - Corpo branco, cauda e cabeça bege e olhos vermelhos.

Arlequim - Manchas brancas irregulares sobre o corpo cinza.

Tamanho: até 15 cm.

Instalações: Local protegido de ventos e chuvas, com bastante claridade.

Cuidados essenciais: A água do bebedouro deve ser trocada diariamente. E como adoram tomar banho, você pode colocar na gaiola uma pequena banheira de cerâmica para que eles possam se divertir, tendo o cuidado de trocar igualmente essa água todos os dias. A água, nesse caso, também ajuda a manter a umidade necessária para que os ovos choquem. Da mesma forma, a gaiola e o poleiro devem estar bem limpos. A bandeja precisa ser limpa com intervalos de um dia e o poleiro uma vez por semana.

CALAFATES - REPRODUÇÃO:



Identificação sexual: o macho adulto canta, seu bico ocupa uma área maior na face e tem o anel em volta dos olhos mais vermelho.

Ninho: caixa de madeira, 20cm x 20 x 20, com tampa, fora da gaiola com a abertura redonda voltada para a gaiola.

Material para construção do ninho: sisal, capim barba de bode, folha de papel cortada em tiras, fibra de coco, grama japonesa, grama preta, etc.

Reprodução: início de março até final de outubro.

Postura: Botam de 4 a 10 ovos que eclodem após 14 a 18 dias. Os filhotes são separados dos pais aos 40 dias, quando se inicia uma.

Os calafates são grandes criadores, cuidam dos filhotes como poucos pássaros e reproduzem com muita facilidade.São pássaros que não devem ser misturados com outras espécies, por serem muito agressivos, mas podem ser criados em colônias sem problemas.Para que façam o ninho deve-se fornecer farto material, como grama japonesa, sisal, grama preta ou capim barba de bode que é o preferido deles. A identificação sexual pode ser feita pelo canto do macho, já que a fêmea não canta, é esta a forma mais segura para a distinção dos sexos, existe também o dimorfismo sexual, no macho adulto o bico ocupa uma área maior na face e tem o anel em volta dos olhos mais vermelho, mas este tipo de identificação requer um pouco de experiência com a espécie.

O Manon O manom é uma espécie facílima de se criar. Forte e resistente, extremamente adaptável, não tem segredos para sua criação em cativeiro, aliás


Manon


O manon é uma espécie facílima de se criar. Forte e resistente, extremamente adaptável, não tem segredos para sua criação em cativeiro, aliás ele não existe na natureza. Originário da Ásia, este pássaro é membro da família dos Estrildinos e, ao contrário de muitas aves, surgiu graças à intervenção do homem. O Manon é resultado de uma seleção de criadores japoneses a partir da espécie silvestre Lonchura striata - raríssima hoje em dia.

Com aproximadamente 11cm de tamanho, ele habitava as regiões da Índia, China Meridional, Taiwan, sendo encontrado desde o Sul até Sumatra. Através da seleção, o Lonchura striata ganhou sua variedade doméstica, o Manon. O nome brasileiro deriva de designação francesa, Moineau du Japon (Pardal do Japão), mas há quem o conheça também por Capuchino do Japão. Na Inglaterra, o nome é Bengalesee nos Estados Unidos Society Finch. Sem ele, muitas espécies praticamente não existiriam em cativeiro e por uma razão muito especial: ele é doído por sua prole. E não apenas pelos seus filhotes, mas também pelos de outros pássaros da mesma família, que ele cria sem o menor preconceito.

Foram esses dotes de "pai adotivo" que lhe valeram a consideração dos criadores não apenas no Brasil, como em todo do mundo. Afinal, Manon é pai e mãe para toda hora, exatamente nos moldes de antigamente.

Gaiola - Extremamente adaptável ao cativeiro, o Manon procria até em gaiolas pequenas (40 x30 x 30 cm). Basta então introduzir um ninho, que é uma caixa de madeira (cerca de 15 x 10 x 10 cm) com um furo na frente. Se o criador quiser, pode ajudar o feliz casal deixando à mão pedaços de 20 a 25cm de capim barba-de-bode - com o qual eles enfeitarão o ninho.

Alimentação - O Manon é um pássaro granívoro, por isso deve ser alimentado com uma mistura de sementes (alpiste, senha, painço), verdura (almeirão e chicória), e a famosa farinhada de canário, especialmente na época de reprodução. Para completar, um pote de areia ou pedra para o fornecimento de cálcio e sais minerais para esta ave, ou então, juntar cascas de ovo de galinha, levar ao forno (para esterilizar contra possíveis micróbios) e moer, pondo tudo numa tigelinha dentro da gaiola.

Cuidados - A água do bebedouro deve ser trocada diariamente. E como o Manon adora tomar banho, o criador pode colocar na gaiola uma pequena banheira para que ele possa se divertir, tendo o cuidado de trocar igualmente essa água todos os dias. A água, nesse caso, também ajuda a manter a umidade necessária para que os ovos choquem. Só não é bom manter a banheira com filhotes no ninho, pois um deles pode cair e morrer afogado. Da mesma forma, a gaiola e o poleiro devem estar bem limpos. A bandeja precisa ser limpa com intervalos de um dia e o poleiro uma vez por semana (colocando-se, inclusive, um pouco de inseticida SBP ou querosene no corte que fica preso à gaiola, evitando assim a proliferação de piolhos).

Reprodução - Feita a separação dos casais e construído o ninho, a fêmea do Manon passa por um período de incubação que varia de 13 a 18 dias, ao final do qual chega a botar até 8 ovos. Ela passa a contar também com a participação do macho para chocar os ovos. Nascendo os filhotes, convém reforçar a alimentação com a farinhada de canário. Ao término de 45 dias em média, os filhotes estão prontos para se alimentarem sozinhos e com isso devem ser separados dos pais. Inicia-se todo o processo novamente, contando desta vez com outros exemplares.

 
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